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Janeiro de 2018

Mianmar: Igrejas que sofrem
Por: MARGARIDA SANTOS LOPES, jornalista



  Os muçulmanos Rohingyas são o mais oprimido dos grupos étnicos em Mianmar. Não as únicas vítimas. A lei reconhece as “raças” das minorias cristãs, mas não lhes tem garantido existência pacífica.     O Cristianismo é a segunda maior religião (6,2 %) em Mianmar, um país de 51,5 milhões de habitantes, predominantemente budista. Os seus fiéis (protestantes, católicos, metodistas, anglicanos e outros) pertencem sobretudo às minorias Chin, Kachin e Kayin/Karen, grupos étnicos incluídos numa lista de “135 raças nacionais”, em 2014, e que têm assegurada a cidadania, segundo uma lei aprovada em 1982. É um estatuto de privilégio, se comparado com o dos muçulmanos Rohingyas no Estado de Rakhine, apátridas e privados de todos os direitos básicos, alvo de “limpeza étnica”, em risco de genocídio. A dos cristãos não tem sido, porém, uma existência livre de discriminação, perseguições e outros abusos. Porque, não obstante mais de 500 anos de presença católica (desde 1510, quando chegaram...

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