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Santa Sé: Missio ad Gentes deve ser prioridade nas Igrejas locais
9 de Maio de 2014

Está em andamento, em Roma, até 10 de Maio, a Assembleia Geral das Pontifícias Obras Missionárias (POM). Em seu discurso, o Presidente das POM, Dom Protase Rugambwa, salientou a importância da Missio As Gentes:

 

“Podemos certamente dizer que as POM são um dos instrumentos mais importantes e relevantes para manter em evidência a prioridade da Missio ad Gentes em suas igrejas”, disse o Arcebispo, citando inúmeras atividades realizadas em todo o mundo.

 

O Arcebispo reiterou ainda que os Diretores nacionais devem ser uma ponte entre a Congregação e a Sede central das POM e as Conferências episcopais, e de modo especial as Comissões para as Missões ou para a Evangelização.

 

“É importante recordar, especialmente nesses tempos, em que as Igrejas locais assumiram justamente o papel de protagonistas na Missio ad Gentes – afirmou - , que os Bispos têm a responsabilidade da Missio ad Gentes, e que as Pontifícias Obras não existem para ajudar esta ou aquela missão escolhida pelas dioceses, ou por uma Conferência episcopal, mas as missões de toda a Igreja e das Igrejas que mais precisam”.

 

Dom Rugambwa fez uma ampla referência também ao ministério missionário do Papa Francisco, o qual “deseja uma Igreja que não fique fechada em si mesma, mas uma Igreja em saída missionária. Uma Igreja evangelicamente pobre, que se incline e escolha os pobres, que vá a todo o mundo, especialmente rumo às periferias geográficas e antropológicas. É um grande encorajamento para nós a continuar a obra de cooperação missionária à qual fomos designados”.



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