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Vaticano: Apresentado o encontro mundial das famílias 2015
26 de Março de 2014

O Vaticano apresentou na terça-feira, 25 de Março, o 8º Encontro Mundial das Famílias, de 22 a 27 de Setembro de 2015 em Filadélfia, inspirado no tema: Ao serviço da família com inteligência, coragem e amor.

 

«Inteligência para ler o presente da família; coragem para enfrentar os complexos e numerosos problemas; amor para procurar resolvê-los, tendo sempre presente o Evangelho da família e da vida», explicou na manhã de 25 de Março D. Vincenzo Paglia, presidente do Pontifício conselho para a família, retomando as indicações do Papa Francisco. O prelado interveio na sala de imprensa da Santa Sé na conferência de apresentação do encontro, juntamente com o pastor da arquidiocese que o hospedará, o capuchinho Charles Joseph Chaput.

 

«Teologia da família, espiritualidade e santidade conjugal; eclesiologia e pastoral da família; família e relação com a cultura contemporânea; família e migrações; família e ecumenismo: eis algumas indicações e âmbitos de trabalho comum», explicou D. Paglia, para «acompanhar no seu caminho todas as famílias do mundo com uma pastoral inteligente, corajosa e cheia de amor». De resto, o encontro de Filadélfia insere-se num «momento particularmente importante para a vida da Igreja», dado que o Papa «quis pôr no centro da atenção precisamente o tema da família». Testemunham-no os dois Sínodos dos bispos, o extraordinário em Outubro e o ordinário no ano seguinte, ambos dedicados à família. É precisamente na vigília do Sínodo de 2015 que se insere o encontro de Filadélfia. Aliás, observou o prelado, «não devemos esquecer que este itinerário eclesial se insere também neste sulco de análise e debate que a Onu propôs com a proclamação do Ano da família», pelo que não se pode subestimar o vínculo estreito entre o encontro de Filadélfia «e os debates em curso na Onu. É um convite dirigido a todas as instituições religiosas e civis, a fim de que trabalhem juntas por um futuro melhor da família no mundo». Com efeito, concluiu o presidente do dicastério do Vaticano, dela depende «o destino de uma humanidade pacífica e solidária. Convergir na família ajuda todos os povos a sentir-se e a agir como uma única família».



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