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Portugal: Bispos destacam papel dos religiosos junto dos mais pobres
21 de Janeiro de 2014

 

O presidente da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios (CEVM) elogiou o papel desempenhado pelos membros dos Institutos Religiosos em Portugal como sinal de “alegria” e de apoio aos mais pobres.

 

Em nome da Igreja em Portugal, agradecemos a todos os consagrados que, entre nós, têm sido um esplendoroso sinal do Deus que acolhe e ama todos os seus filhos, com especial predileção pelos mais pobres”, escreve D. Virgílio Antunes na mensagem para a celebração da Semana do Consagrado que se vai realizar em Portugal entre 26 de janeiro e 2 de fevereiro de 2014.

 

O bispo de Coimbra comenta o tema escolhido para este ano, ‘Transformados na alegria do Evangelho’, frisando que “a vocação de consagração é fruto da descoberta do significado mais profundo da alegria”.

 

“Face a tantas insatisfações produzidas pela busca insaciável de alegrias fugazes, o consagrado tem uma experiência de vida diferente a apresentar: o de uma alegria serena, discreta, sóbria, pacificadora”, precisa.

 

O presidente da CEVM sublinha que esse testemunho tem “tanto mais valor e capacidade de persuasão quanto mais é autêntico, vivido e sentido”.

 

“Os consagrados são, na Igreja, aqueles que receberam a vocação de testemunhar com a totalidade da sua pessoa esta nova realidade, por meio de uma configuração perfeita com o Senhor Jesus Cristo, expressa na vivência dos conselhos evangélicos da pobreza, da castidade e da obediência”, refere a mensagem, divulgada na página da Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal (CIRP).

 

Segundo D. Virgílio Antunes, religiosos e religiosas “assumem uma forma específica de viver, transformados por Cristo, caraterizada pela radicalidade do seu estilo de vida” e esse é o contributo que a Igreja lhes pede e “de que o mundo precisa”.

 

“Neste sentido, podemos dizer que o Consagrado assume a vocação de ser, na Igreja, o Evangelho vivo da alegria, que seduz, irradia, transforma e conduz à conversão”, acrescenta.

 

A mensagem conclui-se com um pedido de oração pelo “dom das vocações de consagração” que têm “um lugar privilegiado na construção do Povo que se deixa transformar por Cristo e pela alegria do seu Evangelho”.

 

As informações são da «Agência Ecclesia».



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