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Sudão do Sul: País recua nos progressos na segurança alimentar
10 de Março de 2014

O Programa Mundial de Alimentação (PMA) disse que o conflito sul-sudanês reverteu os progressos alcançados pelo país na segurança alimentar.

 

Em nota, emitida na sexta-feira, 7 de Março, em Genebra, a agência destaca que dois milhões de pessoas estariam em situação de crise ou mais propensas à escassez em 2014. A causa será a significativa falta de alimentos.

 

As estimativas indicam que o número de pessoas em crise teria triplicado. O país tem mais de um milhão de vítimas na fase de emergência, após não ter registado nenhum caso antes do conflito entre o governo e a oposicão que eclodiu em dezembro.

 

Entretanto, o Alto Comissariado da ONU para Refugiados, Acnur revelou que o estado de saúde e a nutrição de milhares podem ficar seriamente comprometidos se não houver uma distribuição alimentar imediata.

 

Dezenas de milhares de pessoas carentes estão no estado do Alto Nilo incluindo refugiados, deslocados internos e comunidades de acolhimento.

 

No acampamento de Mabank, no norte, 130 mil refugiados receberam alimentos em fevereiro, mas só poderão ter acesso a rações parciais neste mês.

 

Na área, têm sido entregues alimentos no primeiro trimestre do ano para preparar o período chuvoso. O impacto dos violentos confrontos em Malakal e em outras cidades estratégicas tornaram impossível o transporte rodoviário e fluvial.



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