Página Inicial







Mundo: Amnistia quer eficácia no controle de armas
14 de Junho de 2012

«Precisamos de um Tratado de Armas à prova de bala!», anuncia a «Aministia Internacional».

 

De acordo com este organismo, graves violações dos direitos humanos são cometidas no mundo inteiro devido ao comércio irresponsável de armas. «Isto pode mudar já em Julho, com um Tratado de Comércio de Armas eficaz», cita a AI a fazer referência a uma votação que acontecerá nas Nações Unidas.

 

Em Portugal estima-se que existam 2,6 milhões de armas nas mãos de civis, das quais 46 por cento são ilegais. No mundo inteiro as armas alimentam conflitos armados, potencializam a violência nas sociedades e causam milhares de mortos e feridos todos os anos. Morre uma pessoa por minuto devido à violência armada.

 

Os seis maiores vendedores de armas são seis das maiores potências mundiais.

 

A mensagem é simples: Se existir o risco substancial de que as armas exportadas para outro país possam contribuir para graves violações dos direitos humanos, então estas transferências devem ser impedidas. Além disso, é urgente que as transferências de armas sejam transparentes e rigorosamente controladas por todos os Estados.

 

Para ajudar a concretizar este objetivo, junte o seu nome ao apelo que exige que os governos assinem um Tratado de Comércio de Armas que respeite na íntegra os Direitos Humanos.

 

A Amnistia Internacional entregará as assinaturas recolhidas no mundo inteiro ao Secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon, antes da conferência de negociação do Tratado, em Julho.



© copyright Missionários Combonianos - Revista Além-Mar | Todos os direitos reservados