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Mundo: Dia para a Eliminação da Violência de Género
23 de Novembro de 2012

Celebra-se no domingo, 25 de Novembro, o «Dia Internacional para a Eliminação da Violência de Género» que ameaça mulheres e meninas deslocadas, bem como homens e meninos, em todas as regiões do planeta. A criação de ambientes seguros e a redução do risco da violência de género somente podem ser alcançadas se tratarmos adequadamente da questão da desigualdade de género e da discriminação.

 

Segundo o último relatório do «Fórum Económico Mundial», que analisou as situações em termos de igualdade de género em 135 países, Moçambique, na posição 23, lidera a classificação no seio dos países lusófonos.

 

De acordo com o documento, no espaço de apenas um ano, Portugal tornou-se num país mais desigual entre homens e mulheres, com uma queda de 12 lugares e a ocupar agora a 47.ª posição.

 

«Portugal apresenta uma queda de 12 posições sobretudo devido a uma quebra no rácio da educação primária e terciária, bem como na percentagem de mulheres em posições ministeriais (31 por cento em 2011 e 18 por cento em 2012)», lê-se no documento apresentado em 24 de Outubro.

 

O Brasil aparece em 62º lugar, logo acima da Colombia, apresentando um aumento significativo em sua classificação geral (em 2011 sua posição foi 82). O resultado reflete melhorias na educação primária e no percentual de mulheres em cargos ministeriais (de 7 por cento para 27 por cento). A posse da presidente Dilma Rousseff aumenta ainda mais a pontuação geral do país. Na América Latina, o Brasil se destaca como um dos três países que têm fechado o hiato entre os géneros tanto no acesso aos serviços de saúde quanto na educação.

 

O topo da lista da igualdade de género é ocupado sobretudo por países europeus, nomeadamente os nórdicos. O primeiro lugar foi atribuído à Islândia, seguida pela Finlândia, Noruega e Suécia. Depois surge a Irlanda e Nova Zelândia. Porém, nos primeiros lugares é também possível encontrar países onde ainda persistem grandes desigualdades sociais, mas que conseguiram grandes progressos na área da saúde, como é o caso das Filipinas e Nicarágua.



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