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Angola: Projecto da Cáritas para reduzir mortalidade materno-infantil
13 de Dezembro de 2012

Angola tem um dos piores indicadores internacionais na área da saúde materno-infantil. Para inverter esta situação, a Cáritas angolana lançou o projecto «FORVIDA», em parceria com a «Fundação Evangelização e Culturas» (FEC), da Conferência Episcopal Portuguesa.

 

O objectivo é formar quadros e recursos humanos para que, nos hospitais da Igreja e do Estado, seja mais efi caz o combate à mortalidade materno-infantil.

 

Em declarações à «Rádio Renascença», Marlene Wildner, directora da Cáritas Angola, diz que uma em cada 12 mulheres morre no parto e o mesmo acontece a, pelo menos, 250 crianças em cada mil, até aos cinco anos de idade.

 

A falta de médicos é um dos principais problemas, sobretudo nas áreas rurais, onde as condições são muito precárias, explica a responsável.



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