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Mundo: Luta contra a mutilação genital feminina
10 de Janeiro de 2013

Cerca de 140 milhões de mulheres e meninas em todo o planeta sofrem as consequências da mutilação genital feminina. Mas desde que foi aprovada uma proibição mundial, no final do ano passado, ativistas esperam que muitas mais escapem da brutal prática. A maioria das vítimas da ablação se encontra na África. A prática implica a extirpação total ou parcial dos órgãos sexuais externos da mulher sem justificativa médica e por motivos culturais.

 

Muitos homens defendem a prática, mal chamada de «circuncisão feminina», argumentando que diminui o risco de suas mulheres lhes serem infiéis, pois acreditam erroneamente que reduz o desejo sexual. Certas comunidades veem a operação como uma iniciação à vida adulta e também uma medida higiénica, enquanto alguns muçulmanos a defendem como um requisito religioso.



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