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Mundo: Intolerância é um desafio global
15 de Novembro de 2013

Celabra-se no sábado, 16 de Novembro, o «Dia Internacional da Tolerância». A data foi aprovada pelos estados membros da UNESCO após a celebração, em 1995, do Ano das Nações Unidas para a Tolerância.

 

A celebração do Dia Internacional da Tolerância visa promover o bem estar, progresso e liberdade de todos os cidadãos, assim como fomentar a tolerância, respeito, diálogo e cooperação entre diferentes culturas, povos e civilizações.

 

Para a diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova, «o Dia Internacional da Tolerância é uma oportunidade, para cada um de nós, de renovar nosso compromisso de praticar tolerância e promover harmonia».

 

Em mensagem por ocasião deste dia, Irina refere que «o rápido ritmo de globalização do mundo também o torna cada vez mais frágil. É por isso que, todos os dias, em todas as sociedades, devemos criar novos canais de tolerância, confiança e compreensão».

 

Para a diretora-geral da UNESCO, essa tarefa demanda compromisso e tempo. «Devemos começar com educação de qualidade para combater a ignorância, o preconceito e o ódio, que são as raízes da discriminação e do racismo. Precisamos da educação para debelar os medos que muitos sentem do desconhecido e de outras pessoas, suas culturas, suas escolhas e crenças. A educação é o melhor caminho para fomentar uma cultura de paz e construir sociedades inclusivas».

 

«A intolerância é um desafio global que toma muitas formas localmente. Para que seja efetiva, uma ação global deve ser complementada por medidas locais, nacionais e, igualmente, individuais. Este Dia Internacional é uma oportunidade para aprofundar nosso compromisso com o diálogo e a solidariedade tanto em nossas famílias e comunidades quanto nas relações com outros povos. A tolerância jamais deve ser subestimada. É uma maneira de viver que devemos constantemente reinventar para novos tempos, para reconhecer as diferenças de outros como iguais às nossas e as riquezas de outras culturas como um tesouro de todos a ser compartilhado», conclui a representante da ONU.



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