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Sudão do Sul: Primeira pedra da Universidade Católica
18 de Novembro de 2013

A Universidade Católica do Sudão do Sul lançou a primeira pedra para a construção do pólo de Juba no sábado depois de uma longa batalha para tomar posse do terreno cedido pelo governo de Equatória Central.

 

O tijolo da primeira pedra foi trazido da missão de Rejaf, a uma dúzia de quilómetros de Juba na margem direita do Nilo Branco que em 2019 faz cem anos.

 

Dom Paolino Lukudu Loro, arcebispo de Juba, presidiu à cerimónia do lançamento, que contou com a presença de quase todos os bispos do Sudão do Sul, além de membros do governo nacional e estadual, convidados e universitários.

 

Dom Paolino disse que a Igreja católica leva a educação a sério porque é parte da sua vocação.

 

Ele disse que os bispos estão comprometidos no apoio à Católica.

 

Dom Eduardo Hiiboro Kussala, bispo de Tombura-Yambio e presidente da comissão episcopal para a educação, disse que “a primeira pedra da Universidade Católica do Sudão do Sul cimenta uma grande esperança para o futuro da instituição.”

 

Ele adiantou que a Católica vai continuar a contribuir para o desenvolvimento académico do país.

 

O vice ministro da educação Bol Makueng reconheceu o trabalho pioneiro da Igreja na educação e agradeceu-lhe por ter aberto as primeiras escolas na região.

 

O cantor Emmanuel Kembe pôs toda a gente a dançar, bispos incluídos!

 

A Católica foi iniciada em 2008 pelo jesuíta americano Michael Schultheis, que também esteve na origem das homónimas do Gana e Moçambique.

 

A universidade começou por funcionar na Escola Secundária Daniel Comboni. Mais tarde passou para o antigo postulantado dos Combonianos.

 

A Católica tem em Juba mais de 750 alunos nos cursos de economia e administração e ciências da educação. No pólo de Wau funcionam as faculdades de agricultura e ciências do ambiente com 300 estudantes.

 

No princípio de Novembro, o padre Mathew Pagan da diocese de Malakal substituiu o padre Schultheis no posto de vice-chanceler.



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