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Mundo: Malala Yousafzai recebe distinção de direitos humanos
6 de Dezembro de 2013

A estudante do Paquistão, Malala Yousafzai, é uma das vencedoras do Prémio de Direitos Humanos das Nações Unidas. A jovem foi escolhida ao lado de outras quatro personalidades e da Suprema Corte do México.

 

Segundo o escritório da ONU de direitos humanos, Malala tornou-se um símbolo mundial para os direitos de mulheres jovens. Ao explicar porque a paquistanesa foi escolhida, o escritório lembra que ela já era conhecida por dar voz aos direitos das meninas à educação e à autonomia feminina.

 

Malala sobreviveu a uma tentativa de assassinato em outubro de 2012, em um atentado de autoria do grupo Talibã. Para as Nações Unidas, a jovem tem demonstrado "coragem e compromisso por continuar a falar em nome dos direitos das meninas e de mulheres."

 

O Prêmio de Direitos Humanos é entregue a cada cinco anos, em homenagem a indivíduos e organizações que fizeram grandes conquistas na área. A Anistia Internacional e os ex-presidentes Jimmy Carter e Nelson Mandela já foram contemplados.

 

Os outros vencedores da edição 2013 do prémio são Biram Abeide, filho de escravos na Mauritânia; Hiljmnijeta Apuk, ativista do Kosovo; a finlandesa Liisa Kauppinen, presidente emérita da Federação Mundial dos Surdos; Khadija Ryadi, especialista em direitos humanos no Marrocos e a Suprema Corte de Justiça do México.

 

A cerimónia de entrega ocorre em 10 de dezembro, em Nova York, como parte das comemorações do Dia dos Direitos Humanos.



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