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Portugal: Igreja disponível para representar o país junto dos emigrantes
9 de Julho de 2012

A Pastoral da Mobilidade Humana pede ao Governo que transfira algumas competências de representação do Estado no estrangeiro para as missões católicas.

 

O objectivo é facilitar a vida aos emigrantes portugueses nos países de acolhimento, uma experiência bem-sucedida nalguns países, diz o bispo de Beja e responsável por este sector no episcopado.

 

Em declarações à «Rádio Renascença», D. Vitalino Dantas considera que as missões da Igreja podem “representar o país em muitas situações”, nomeadamente “juntos dos emigrantes”.

 

O bispo de Beja dá o exemplo de Itália, onde “muitas vezes os missionários fazem quase de cônsules. Emitem documentos que têm validade junto do Governo italiano”.

 

“Porque é que nós não aproveitamos mais estas redes que existem. A Igreja está apostada em ajudar os emigrantes, não fazer com que eles andem ali um pouco à deriva, à procura de uma assinatura ou de um documento que, às vezes, não passa mais de uma burocracia”, sublinhou . Vitalino Dantas,  no Encontro Internacional da Pastoral das Migrações, que terminou esta sexta-feira, em Alfragide.

 

Outra das questões que mais preocupa a Igreja é o tráfico humano, afirma D. Jorge Ortiga, presidente Comissão Episcopal da Pastoral Social.



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