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Israel: Irmã comboniana denuncia tráfico de pessoas no Egito
5 de Julho de 2012

Azezet Habtezghi Kidane foi condecorada como «heroína» pelo «Departamento de Tráfico de Pessoas» dos Estados Unidos. Esta freira das Irmãs Missionárias Combonianas da Eritreia, trabalha como enfermeira voluntária para a «Clínica dos Direitos Humanos-Israel» (PHR-I, na sigla original) e está a denunciar uma rede de tráfico de seres humanos na região de Sinai, no Egito.

 

Com os esforços realizados nos últimos dois anos, a Irmã Aziza, como é conhecida, levou a cabo uma investigação onde entrevistou centenas de vítimas (1.300) que vivem em Israel. Um trabalho minucioso que ajudou a identificar homens, mulheres e crianças que sofreram diversos tipos de abusos, incluindo tortura, escravidão sexual e trabalhos forçados.

 

«Sua perseverança, o coração bondoso e a vontade de ouvir inúmeras horas de entrevistas permitiram que muitas vítimas revelassem suas experiências de sofrimento».

 

Anteriormente, pouco se sabia sobre essas atrocidades no Egito. As situações documentadas em primeira-mão pela Irmã Aziza estão agora a ser amplamente divulgadas pela média internacional, que chama a atenção para o tráfico de seres humanos na região.

 

O Departamento de Estado tem contado com o trabalho da irmã Aziza e do PHR-I para promover a conscientização desta questão importante.



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