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Mundo: «Dia de África» marca luta pela independência
24 de Maio de 2013

A 25 de Maio de 1963, vários chefes de Estado africanos reuniram-se na cidade de Adis Abeba, na Etiópia, para enfrentar a subordinação que o continente vinha a sofrer há tempo. A tal subordinação chamou-se colonialismo, neocolonialismo ou partilha de África, que até à data da reunião ainda sofria de apropriação forçada das suas riquezas humanas e naturais.

 

Na ocasião, fundou-se a Organização da Unidade Africana (OUA), sendo conhecida hoje como União Africana. A ONU, em 1972, reconheceu a importância desse encontro e instituiu o dia 25 de Maio como o «Dia de África», que simboliza a luta dos povos do continente africano pela sua independência.  

 

Para assinalar esta data, o CINE-ONU exibiu na quinta-feira, 24 de Maio, em Lisboa, em parceria com a Plataforma Portuguesa das ONGD e com o apoio da CPLP, o filme «Sweet Dreams».

 

Sinopse do filme: Em 1994, o Ruanda sofreu um genocídio devastador. Perto de um milhão de pessoas foram mortas. E quando tudo acabou, os que permaneceram estavam mortos por dentro.

 

O filme fala-nos de Ingoma Nshya, um grupo de percussões unicamente composto por mulheres e que está aberto a mulheres de ambos os lados do conflito. Para estas mulheres – órfãs, viúvas, esposas e filhas de autores de crimes –, o grupo tem sido um lugar para começar a viver de novo, para construir novos relacionamentos, para curar as feridas do passado, batendo ritmos de poder e alegria. Persiste no entanto, a luta para sustentar suas famílias.

 

Veja aqui o trailer do filme.



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