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Mundo: Menos raparigas ameaçadas pela Mutilação Genital
7 de Fevereiro de 2013

Menos raparigas são submetidas à prática da Mutilação Genital Feminina (MGF), que põe em risco as suas vidas, segundo novos dados das Nações Unidas divulgados no «Dia Internacional de Tolerância Zero à Mutilação Genital Feminina».

 

Os dados agora conhecidos revelam que a MGF está a tornar-se menos prevalecente no seu conjunto e que as gerações mais novas estão menos vulneráveis a essa prática nefasta.

 

Nos 29 países de África e do Médio Oriente onde a prática da MGF está concentrada, em média, 36 por cento das raparigas com idades compreendidas entre os 15 e os 19 anos foram excisadas comparativamente aos estimados 53 por cento de mulheres dos 45 aos 49 anos. Este declínio é particularmente acentuado nalguns países: no Quénia, por exemplo, as mulheres com idades entre os 45 e os 49 anos têm três vezes mais probabilidades de terem sido excisadas do que as raparigas dos 15 aos 19 anos de idade.

 

«Este progresso revela que é possível pôr fim à MGF» afirmou o Director Executivo da UNICEF, Anthony Lake. «A MGF não é apenas uma prática profundamente errada; podemos e devemos pôr-lhe fim, para que milhões de raparigas e mulheres possam desfrutar de vidas mais saudáveis».



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