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2 de fevereiro: Dia Mundial da Vida Consagrada
1 de Fevereiro de 2018

Na sexta-feira, 2 de fevereiro, festa da Apresentação do Senhor, a Igreja celebra o «Dia Mundial da Vida Consagrada». Neste dia, de agradecimento e de oração pelo dom das vocações, o Santo Padre presidirá à celebração Eucarística (às 17h de Roma) na Basílica de São Pedro.

 

“São milhares os consagrados e consagradas no mundo inteiro que acolhem o dom da vocação com alegria e disponibilidade nos múltiplos carismas, que em sua vida buscam o rosto de Deus, comprometendo-se a construir a paz e a fraternidade, apesar das dificuldades”, lê-se num comunicado da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica.

 

“Vivemos um momento da história humana necessitada de um sentido vocacional da vida. Precisamos de um projeto, de uma fonte de sentido existencial, repleto de alegria e de esperança. Desde a experiência batismal, inseridos na vida de Deus e na sua família, a Igreja, nós consagrados somos herdeiros do património vocacional e carismático da Igreja e sentimos a alegria e o dever de protegê-lo e promovê-lo”, ressalta o prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada, cardeal João Braz de Aviz.

 

Celebrar o Dia Mundial da Vida Consagrada é ocasião de festa, de compromisso e de súplica ao Senhor pelo dom de novas vocações que renovem o rosto da Igreja e do mundo, que anunciem a alegria do Evangelho e o amor de Deus que dá sentido à existência, lê-se ainda no comunicado.

 

Como diz a mensagem do Papa para esta ocasião:

“Colocarmo-nos com Jesus no meio do seu povo! Não como ativistas da fé, mas como homens e mulheres que são continuamente perdoados, homens e mulheres ungidos no Batismo para partilhar esta unção e a consolação de Deus com os outros.

 

Colocarmo-nos com Jesus no meio do seu povo, porque «sentimos o desafio de descobrir e transmitir a “mística” de viver juntos, misturar-nos, encontrar-nos, dar o braço, apoiar-nos, participar nesta maré um pouco caótica que [com o Senhor] pode transformar-se numa verdadeira experiência de fraternidade, numa caravana solidária, numa peregrinação sagrada. (…) Como seria bom, salutar, libertador, esperançoso, se pudéssemos trilhar este caminho! Sair de si mesmo para se unir aos outros» (Exort. ap. Evangelium gaudium, 87) não só faz bem, mas transforma a nossa vida e a nossa esperança num cântico de louvor. Mas isto só o poderemos fazer, se assumirmos os sonhos dos nossos anciãos e os transformarmos em profecia”.



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