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Genebra: Assembleia do CMI é oportunidade rumo à comunhão
22 de Junho de 2018

Após receber a visita do Papa Francisco e encerrar os trabalhos da Assembleia, a Comissão central do Conselho Mundial de Igrejas (CMI) tem um novo encontro marcado para 2021, na cidade alemã de Karlsruhe.

 

De acordo com os organizadores, a assembleia do CMI é fundamental para a vida das Igrejas-membros e de todo o movimento ecumênico: “Apresenta-se como oportunidade única para continuar a viagem rumo à comunhão”.

 

O CMI tem acompanhado de perto o processo de paz entre as duas Coreias. Nesses dias, em Genebra, uma delegação da Coreia do Sul e da Coreia do Norte tiveram encontros intensos.

 

A Comissão central do CMI define a recente declaração de Panmunjom, assinada em abril passado pelo presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-i, e pelo presidente da Coreia do Norte, Kim Jong-un, assim como o encontro entre Kim Jong-un e o presidente dos Estados Unidos, Donald J. Trump, “um primeiro passo importante para um futuro mais pacífico e mais seguro na região”.

 

A declaração pede a todas as partes para que trabalhem pela “implementação plena da Declaração de Panmunjom, que é um quadro de referência para garantir a paz sustentável na península coreana”.

 

O Comité central recorda que, este ano, não somente se celebram os 70 anos do CMI, mas também da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

 

Em nota, o Conselho Mundial de Igrejas reitera com vigor “o caráter decisivo, aliás indispensável” desse instrumento jurídico internacional, “especialmente num momento em que os direitos humanos estão cada vez mais em risco, até mesmo nos Estados e Regiões em que sempre foram reconhecidos”.

 

Foi lançado um forte apelo às Igrejas a fim de “priorizar novamente o apoio aos direitos humanos”.

 

O Conselho Mundial de Igrejas (CMI) é a maior organização mundial do movimento ecuménico, com o mais alto número de membros: são 345 comunidades cristãs de mais de 110 países, com exceção da Igreja Católica, e compreende reformados, luteranos, anglicanos metodistas, batistas, ortodoxos e outras Igrejas. Representa mais de 500 milhões de fiéis em todo o mundo, cuja sede é Genebra.



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