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Mianmar: Acabar com violência contra os rohingya
15 de Setembro de 2017

A comentar sobre Mianmar, o secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que a situação humanitária é "catastrófica" e que é preciso acabar com a violência contra a minoria rohingya.

 

O chefe da ONU pediu às autoridades de Mianmar que "suspendam ação militar, acabem com a violência, defendam o Estado de direito e reconheçam o direito de retorno a todos que tiveram de sair do país".

 

Guterres também apelou a Mianmar que permita a entrega de "assistência humanitária vital" por agências das Nações Unidas, ONGs e outros parceiros.

 

O secretário-geral repetiu ainda seu pedido por um "plano de ação eficaz para abordar as causas da crise".

 

O chefe da ONU lembrou que na última vez que falou com a imprensa em Nova Iorque, o número de refugiados da minoria rohingya que havia fugido para Bangladesh era de 125 mil. Hoje, o número triplicou para cerca de 380 mil. Muitos estão abrigados em assentamentos improvisados.

 

Guterres defendeu que os muçulmanos do estado de Rakhine "devem receber nacionalidade ou pelo menos, no momento, um status legal que os permita levar uma vida normal, incluindo liberdade de movimento e acesso ao mercado de trabalho, educação e serviços de saúde".

 

Guterres fez um "apelo a todos os países que façam o que puderem para que assistência humanitária seja fornecida".



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