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Brasil: Ezequiel Ramin como protetor do Sínodo para a Amazónia
16 de Janeiro de 2019

A figura do padre Ezequiel Ramin foi proposta para ser um dos “padroeiros” do Sínodo para a Amazónia.

 

Padre Ezequiel Ramin, jovem missionário comboniano, foi assassinado em 1985 em Cacoal, na Amazónia brasileira, quando regressava de uma missão de paz. Defensor dos índios e dos pobres, vítima de uma emboscada, foi baleado pelo seu compromisso com os sem-terra. “Um mártir da caridade”, como foi definido por João Paulo II.

 

“Um missionário com o coração de Jesus. Apaixonado pelas pessoas, especialmente pelos pobres, indígenas e sem-terra de Rondónia. Um daqueles pastores, como diz o Papa Francisco, com o «cheiro de ovelha»”, declarou o padre Dario Bossi, provincial dos Missionários Combonianos do Brasil.

 

“Sonhem em fazer felizes todas as pessoas”, costumava dizer Ramin aos jovens. Expressão de uma Igreja comprometida e profética, que investia em lideranças leigas, Padre Ezequiel é hoje um modelo de Igreja em saída e segundo Padre Dario Bossi, pode ser um dos “padroeiros do Sínodo da Amazónia”.

 

“Lá do céu, abraçado com Deus e com sua gente, interceda por nós e por nosso Sínodo”, declara o comboniano.

 

No dia 25 de março de 2017, terminou a fase diocesana da causa de beatificação em Pádua, a terra natal do padre Ramin e onde seus restos agora descansam.



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