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Direitos Humanos: todos nascem livres e iguais
10 de Dezembro de 2018

Assinala-se esta segunda-feira, 10 de dezembro, o «70º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos».

 

Entre os princípios da Declaração, a liberdade, a justiça e a paz no mundo se baseiam no reconhecimento da dignidade intrínseca e dos direitos iguais e inalienáveis de todos os membros da família humana.

 

Mensagem do secretário-geral das Nações Unidas (ONU) recorda que “estes direitos pertencem a todos, não importa a raça, crença, localização ou outra distinção de qualquer tipo”.

 

António Guterres afirma ainda que estes direitos “são universais e eternos”.

 

Para o chefe da ONU, o dia de hoje deve servir para homenagear “os defensores dos direitos humanos que arriscam suas vidas para proteger as pessoas diante do aumento do ódio, do racismo, da intolerância e da repressão.”

 

Ele acredita que “os direitos humanos estão cercados em todo o mundo” e que “valores universais estão sendo desgastados.”

 

Direitos humanos ameaçados

A alta comissária para os Direitos Humanos, Michelle Bachelet, declarou que o progresso nessa área “está sob ameaça”.

 

Bachelet lembrou as palavras da Declaração para dizer que “todos nascem livres e iguais", mas que “milhões de pessoas neste planeta não permanecem livres e iguais”, tendo “sua dignidade espezinhada e seus direitos violados diariamente.”

 

“Em muitos países, o reconhecimento fundamental de que todos os seres humanos são iguais e têm direitos inerentes está sob ataque”, acredita a representante.

 

A «Declaração Universal dos Direitos Humanos» foi adotada pela Assembleia Geral da ONU no Palácio de Chaillot, em Paris, em 1948, três anos após o fim da Segunda Guerra Mundial.



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