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Sudão do Sul: Médica portuguesa em missão humanitária
14 de Novembro de 2014

Trocou as férias por uma missão humanitária no Sudão do Sul. No meio da guerra e da pobreza profunda, portuguesa Ana Lufinha encontrou sinais de Deus e um povo com uma “grande força” de viver.

 

Ao longo de sete semanas, a anestesista com carreira feita no INEM esteve ao serviço da Cruz Vermelha Internacional no país mais jovem do mundo, independente desde 2011.

 

Foi a sua primeira missão. Católica praticante, nos momentos mais difíceis chegou a questionar onde estava Deus no Sudão do Sul e a perguntar se este é um país esquecido.

 

Mas depois as dúvidas dissipavam-se. “E aí a fé renasce quando havia alturas em que eu tinha doentes que não sabia como anestesiar quando me falta tanto equipamento, mas depois fazia-se uma luz e as coisas corriam bem e, sem sombra de dúvida, para mim, era a mão de Deus que estava ali a ajudar-nos. Vi pessoas que, provavelmente, no nossos país se calhar tinham morrido e que lá sobrevivem. É um povo que tolera muito, tem uma grande força de querer sobreviver”.

 

A reportagem completa está na página da «Rádio Renascença».



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