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Mundo: Cumprir com a responsabilidade comum nas mudanças climáticas
4 de Novembro de 2014

“A Santa Sé é do parecer que as mudanças climáticas não são só uma questão ambiental, mas também uma questão de justiça e um imperativo moral. (…) Embora pareça óbvio que o desafio da protecção do clima global exija um grande empenho político e económico por parte da comunidade internacional, no entanto, nem sempre estamos conscientes do facto de que é preciso também prudência e honestidade científica, para que não cedamos ao orgulho, aos excessos e aos erros. A protecção do clima global convida-nos à humildade e à compreensão mútua, uma vez que nem todos concordam com todos os dados e com todas as análises do estado actual do nosso ambiente. Contudo, uma coisa é clara: temos uma ‘aliança moral’ com o nosso meio ambiente, pelo que todos os países e todas as pessoas devem comprometer-se a trabalhar juntos, para torná-lo num lugar saudável para viver, no qual possam viver as gerações presentes e as futuras. Isto envolve-nos a todos. E cumprir com esta responsabilidade comum está ao nosso alcance. Agora.”

 

Esta é a conclusão de uma intervenção sobre o impacto das mudanças climáticas a nível global, proferida, recentemente, pelo arcebispo Bernardito Auza, observador permanente da Santa Sé na Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, na Segunda Comissão da Assembleia Geral sobre o tema “O desenvolvimento sustentável, a protecção do clima global para as gerações actuais e futuras”.



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