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Moçambique: Preocupações com a morosidade dos resultados eleitorais
24 de Outubro de 2014

Os Estados Unidos da América (USA) e a União Europeia (EU) manifestam a sua preocupação com o ritmo lento da contagem dos votos em Moçambique, onde se realizaram as eleições presidenciais e legislativas no passado dia 15 de Outubro. “Apesar de um dia ordeiro de eleições, estão a registar-se muitas dificuldades no processo de contagem dos votos e os prazos não foram cumpridos”, disse um observador da UE. A Comissão Nacional de Eleições (CNE) de Moçambique deveria ter anunciado os resultados no dia 30 de Outubro. A Renamo (Resistência Nacional Moçambicana) afirma ter ganho as eleições nas províncias de Nampula, no Norte, de Tete, no Noroeste, e de Sofala e Zambézia, no centro do país.

 

Na quarta-feira, 22 de Outubro, a CNE declarou que não vai deixar que fique "qualquer dúvida" em relação aos resultados das eleições gerais: "Não queremos que nada fique pouco claro. Não queremos que fiquem quaisquer dúvidas", disse o porta-voz da CNE, Paulo Cuinica, em entrevista à estatal Agência de Informação de Moçambique (AIM). 

 

Mais de dez milhões de moçambicanos foram chamados para escolher um novo Presidente da República, 250 deputados da Assembleia da República e 811 membros das assembleias provinciais. 

 

No escrutínio concorreram três candidatos presidenciais e 30 coligações e partidos políticos.



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