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México: Visita do Papa de 12 a 18 de fevereiro
11 de Fevereiro de 2016

Renovação espiritual, luta contra a corrupção e a violência, compromisso com o diálogo e a paz são temas fortes que estarão presentes na visita do Papa ao México de 12 a 18 de fevereiro.

 

Vou como instrumento de paz

Em declarações recentes, Francisco assinalou que “no México quero ser um instrumento de paz”.

 

O México da violência, da corrupção, do tráfico de drogas não é o México que deseja nossa Mãe” de Guadalupe, observou. Vou ao México “para rezar com vocês para que os problemas de violência e de corrupção” se “resolvam”. Vou para exortar-vos a lutar a cada dia contra a corrupção, contra o tráfico, contra a guerra, contra a divisão, o crime organizado, contra o tráfico de seres humanos”. E sublinha que “é preciso lutar a cada dia pela paz, não pela guerra”, reforçou o Papa.

 

A paz é um trabalho cotidiano que nasce do diálogo

O Papa reiterou ao povo mexicano que a paz “é um trabalho artesanal, um trabalho de todos os dias... são “sementes de paz”. A paz “nasce da ternura, da compreensão”.

Francisco ressaltou ainda a importância do diálogo como “a palavra chave da paz”: “diálogo entre os dirigentes, com o povo e dentro do povo”. Tanto na família como nos bairros é necessário dialogar, “ser abertos em falar uns com os outros, ouvir as razões dos outros, deixar-se corrigir”.

 

Papa vai em busca da riqueza da fé no povo mexicano

O Papa afirma que vai em busca da riqueza da fé: “Não vou ao México como um Rei Mago, carregado de coisas para levar”, vou sim “como um peregrino”… Vou buscar a riqueza de fé que vocês têm, vou para deixar-me contagiar pela riqueza desta fé”.

O pontífice comentou também sobre a “renovação espiritual” que deseja dos mexicanos para esta visita. “Eu vou para vos servir, para ser um servidor de vossa fé… hoje existe uma crise de fé no mundo, mas ao mesmo tempo temos uma grande bênção e um grande desejo de que a fé saia, que a fé se faça missionária…”. Dito isto, Francisco convida os mexicanos a “renovar a fé”, torná-la “em saída, em caminho”, sem medo dos conflitos.



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