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Papa: Declaração conjunta é pastoral, não sociológica ou política
15 de Fevereiro de 2016

O Papa Francisco fez uma advertência sobre as interpretações que surgem da assinatura da declaração conjunta com o Patriarca Kirill e esclareceu que a declaração “é pastoral, não sociológica ou política”.

 

Francisco afirmou que a unidade dos cristãos se faz a caminhar, não com tratados teológicos, e ponderou: “Haverá tantas interpretações, tantas. Não é uma declaração política ou sociológica, é uma declaração pastoral. Até quando se fala do secularismo e de coisas claras, de manipulação biogenética, todas essas coisas. É pastoral: de dois bispos que se encontram com preocupações pastorais. Estou contente”.

 

Francisco disse ainda que se tratou de um encontro “entre dois bispos”: “Foi uma conversa entre irmãos: pontos claros que a ambos preocupam. Falamos com toda a franqueza. Eu me senti diante de um irmão, e ele também me disse o mesmo. Dois bispos que falam sobre a situação de suas Igrejas, primeiro. Segundo, sobre a situação do mundo, das guerras, guerras que agora corre-se o risco de não ser mais ‘em partes’, mas que pode envolver tudo, não?”, referiu Francisco.

 

Declaração conjunta

No histórico encontro de sexta-feira, 12 de fevereiro, em Cuba, o Papa e o patriarca ortodoxo de Moscovo assinaram uma declaração conjunta com 30 pontos que procuram aproximar as duas Igrejas.



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