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Mundo: Pobreza e desigualdade de gênero caminham lado a lado
16 de Março de 2016

Relatório da ONG ONE revela que a pobreza e a desigualdade de gênero andam lado a lado e é preciso investir em raparigas e mulheres se queremos acabar com a pobreza extrema mundial.

 

O relatório “A pobreza é sexista” indica duas verdades:

1. Que a pobreza e desigualdade de gênero caminham lado a lado.

2. Que direcionar recursos para que raparigas e mulheres possam sair da pobreza é fundamental para luta global contra a pobreza extrema.

 

O documento aponta que em 155 nações há leis discriminatórias entre homens e mulheres, 500 milhões de mulheres ainda não sabem ler e 62 milhões de raparigas não podem frequentar a escola.

 

A ONG afirma que em nenhum lugar da terra as mulheres têm as mesmas oportunidades que os homens, e que em muitos países nascer pobre e mulher significa uma vida condenada à iniquidade, à opressão e à pobreza, além de uma sentença de morte em muitos casos.

 

Todavia, não se trata de um fenómeno que diz respeito somente aos países mais pobres. Globalmente, somente 50 por cento das mulheres estão presentes no mercado de trabalho, contra 77 por cento dos homens.

 

Os 20 piores lugares para nascer mulher, onde ser mulher constitui um perigo para a saúde, um desafio para encontrar trabalho remunerado e uma odisseia para ser mãe e não morrer no intuito, são: Níger, Somália, Mali, República Centro-Africana, Iémen, República Democrática do Congo, Afeganistão, Costa do Marfim, Chade, Ilhas Comores, Paquistão, Libéria, Guiné, Burkina-Faso, Benim, Serra Leoa, Gâmbia, Haiti, Djibuti e Mauritânia.

 

A ONG ONE, que tem como cofundador o músico Bono Vox (U2), trabalha na luta contra a pobreza e doenças evitáveis em África.



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