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Turquia: Crianças sírias exploradas em trabalho ilegal
2 de Fevereiro de 2016

As retalhistas H&M e Next descobriram que crianças sírias trabalham ilegalmente nas fábricas de seus fornecedores na Turquia, segundo um comunicado publicado por uma ONG britânica na segunda-feira, 1 de fevereiro.

 

De acordo com a ONG «Business and Human Rights Resource Centre», as duas marcas mencionadas estão entre as poucas que intervieram após a descoberta - eram dois os fornecedores da Next e um da H&M que usavam crianças em suas linhas de produção.

 

A ONG, que acompanha a área de responsabilidade social do setor empresarial, ao mesmo tempo denuncia que, para outras grandes marcas da indústria da moda, "os trabalhadores refugiados parecem invisíveis e distantes de suas preocupações".

 

"Poucas das grandes marcas de roupa tomam as medidas necessárias para proteger os refugiados (explorados) em suas cadeias de produção", segundo o comunicado.

 

A ONG questionou 28 marcas e obteve respostas completas de apenas dez delas. Ao todo, quatro marcas admitiram ter detetado refugiados a trabalhar clandestinamente em fábricas de seus fornecedores em 2015.

 

A Turquia acolhe atualmente mais de 2,2 milhões de sírios que fugiram da guerra civil que assola seu país desde 2011.



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