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Quénia: Milhares de refugiados somalis em perigo
16 de Abril de 2015

O Governo do Quénia pediu a agência de refugiados das Nações Unidas (UNHCR) para repatriar mais de 350 mil refugiados somalis.

 

Para o vice-presidente do Quénia, William Ruto, os refugiados no campo de Dadaab devem deixar o país dentro de um período máximo de três meses, o que de acordo com a ONU é um grande perigo para os ocupantes desse território.

 

“O campo de Dadaab tornou-se um centro de recrutamento para o grupo extremista al-Shabab, cujos homens realizaram ataques no Quénia”, disse Ruto.

 

A representante da agência destacou, no entanto, que o UNHCR está "preocupado com a possibilidade de se fechar abruptamente o complexo de Dadaab e forçar os refugiados a retornarem à Somália".

 

Segundo Karin de Gruijl, isso teria "consequências humanitárias e práticas extremas e seria uma violação das obrigações internacionais do Quénia".

 

O pedido do governo queniano surge após o ataque do grupo radical Al Shabab contra a Universidade de Garissa, onde 147 pessoas morreram.



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