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Nigéria: Eleições respeitaram princípios continentais
30 de Março de 2015

A União Africana (UA) considerou nesta segunda-feira, 30 de março, que a eleição presidencial na Nigéria, cujos resultados são esperados hoje, respeitou "de forma satisfatória os princípios continentais e regionais de eleições democráticas".

 

A Missão de Observação das Eleições da União Africana (AUEOM) concluiu que "as eleições foram realizadas numa atmosfera pacífica num quadro que respeita satisfatoriamente os princípios continentais e regionais das eleições democráticas" e "incentiva todas as partes para usar os meios legais existentes no caso de  haver contestação dos resultados".

 

Além da missão da UA, várias equipas de observadores internacionais - a da União Europeia, da Commonwealth e das Nações Unidas, em particular - têm seguido no terreno as eleições presidenciais, legislativa e senatoriais, que se realizaram sábado e domingo.

 

A presidencial é a mais apertada desde o regresso do país à democracia em 1999. Ela opôs o actual presidente Goodluck Jonathan, de 57 anos, e o seu rival Muhammadu Buhari, 72, candidato do Congresso Progressivo (APC), que reúne uma grande parte da oposição.

 

Pelo menos 69 milhões de eleitores - dos 173 milhões de habitantes da Nigéria - votaram para eleger, além do presidente, os 109 senadores e 360 deputados do país mais populoso de África, o maior produtor de petróleo e principal potência económica o continente.

 

Pela primeira vez, os eleitores foram identificados por leitores de impressão digital, supostamente para reduzir a fraude que marcou os escrutínios precedentes.



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