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Líbia: Fechados em casa, líbios rezam pela paz
25 de Fevereiro de 2015

“É um tempo de sofrimento e medo. Com muita resignação somos obrigados a nos fecharmos sempre mais em nossas casas. Rezando e esperando por tempos melhores, se Deus quiser”, referiu o Vigário Apostólico de Benghazi, no Líbano, Dom Sylvester Magro.

 

Em entrevista para a «Rádio Vaticano», o religioso afirma que os líbios querem paz: “Queremos a paz, queremos uma vida normal, como a conhecemos no passado. Agora, toda essa ruptura que ocorreu pesa sobre a população e sobre nós”.

 

O autodenominado Estado Islâmico declara guerra a ambos os governos presentes na Líbia, definidos "infiéis". No país norte-africano são atualmente ativos dois executivos: um, pró-islâmico, em Tripoli e outro reconhecido internacionalmente, em Tobruk.

 

O país está dilacerado por conflitos internos e refém dos jihadistas.

 

“O que podemos fazer é rezar, para que se chegue a um acordo através do diálogo mediado pelas Nações Unidas. Temos esperança em um acordo final que devolva a paz a este povo tão provado e a nós também”, conclui Dom Magro.



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