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Sudão do Sul: Como a corrupção no Exército prejudica o país
31 de Janeiro de 2017

O Projeto Enough lançou recentemente o relatório «Armas de Corrupção em Massa: Como a corrupção no Exército do Sudão do Sul prejudica o país mais jovem do mundo», que dá conta de um sistema de cleptocracia violenta que perpetua o conflito e os crimes cruéis contra civis.

 

O documento apresenta como um orçamento militar obscuro e desproporcional está a financiar o sistema cleptocrático (sistema político que admite a corrupção), quando rios de dinheiro são para salários ligados a uma lista inflacionada de soldados – o que se acreditar serem milhares de soldados fantasmas. Com o desvio do dinheiro, os salários pagos para os soldados reais (uma pequena fração do que é destinado aos comandantes) não chega para os custos básicos de vida, o que aumenta a o risco de os soldados obterem compensações abusando da força – a violência e o saque que prejudica o povo do Sudão.

 

O sistema de corrupção nas forças armadas também escancara as ineficiências, afasta os reformistas e recompensa aqueles que perpetuam o sistema que atende a interesses privados às custas do público sul-sudanês.

 

Este relatório “expõe falhas inerentes ao sistema, que, se corrigidas, poderiam tornar o SPLA uma força eficiente e respeitada", afirma Brian Adeba, do Projeto Enough.



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