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Mundo: Brasileiro viaja o mundo a fazer voluntariado
29 de Novembro de 2016

Há sete anos que Danniel Oliveira viaja pelo mundo como voluntário e já ajudou a construir 210 casas, quatro escolas, além de distribuir alimentos para refugiados, entre tantas outras coisas.

 

Segundo reportagem do «Nômades Digitais», “ele saiu de Natal, no Estado brasileiro do Rio Grande do Norte, para um intercâmbio de seis meses na Irlanda. O que não dava para prever é que a viagem se esticaria por sete anos, cruzaria fronteiras e tomaria rumos como a dedicação ao trabalho voluntário”.

 

Por onde o brasileiro passa, um legado é deixado para a comunidade que mais precisa. É isso o que torna sua jornada tão inspiradora.

 

E engana-se quem acha que é preciso atravessar milhas para fazer algo significativo. No Brasil, Danniel começou o trabalho em comunidades carentes, trazendo recursos como dentistas, assistência jurídica, aulas de computação, entre outros suportes; além de distribuir alimentos para moradores de rua.

 

Na Índia, ensinou inglês para crianças e mulheres, e também deu aulas de informática. Na primeira visita ao Nepal trabalhou num asilo, a cuidar da higiene e alimentação de idosos; já na segunda ida ao país, logo após o terremoto que aconteceu em abril de 2015, ajudou a reconstruir casas, escolas e também na compra e distribuição de alimentos.

 

“Cheguei no Nepal poucos dias após o terremoto. Como o assunto estava em alta e os terremotos eram diários, comecei a compartilhar fotos e vídeos do que eu estava a viver, e pedir para que as pessoas ajudassem com doações, assim poderia ajudar mais pessoas.

Acabou que se tornou um grande projeto, e consegui arrecadar fundos para reconstruir 210 casas temporárias, 4 escolas para 976 crianças retornarem às aulas, e compramos também 14.000 kg de arroz. A internet tem um poder incrível de ajudar a propagar o bem, quando utilizada da maneira correta”, conta o aventureiro voluntário.

 

Daniel também já esteve na Mongólia durante o inverno, a cuidar da alimentação e higienização de animais, em temperaturas que chegaram a 45 graus negativos. Na Rússia, esteve em orfanatos e escolas e fez trabalho voluntário numa escola de inglês na Chechênia. Neste momento ele está no Iraque, onde distribuiu alimentos para refugiados de guerra e trabalhou num hospital para crianças com cancro.

 

A entrevista e reportagem completa você pode ler AQUI.



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