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Sudão: Sudanesa condenada à morte pela sua escolha religiosa
19 de Maio de 2014

Meriam Ibrahim foi condenada à morte por enforcamento no Sudão. O seu “crime”? Ser cristã ortodoxa e recusar-se a renegar a sua fé. Esta jovem mãe, grávida de 8 meses, encontra-se detida com o seu filho de 20 meses, e enfrenta acusações de adultério e apostasia. Ajude-nos a libertá-la! Temos de salvar #Meriam! Clique aqui para assinar a petição.

 

Meriam é uma sudanesa cristã, tem 27 anos, é mãe de um bebé de 20 meses e está no termo de uma gravidez. Tendo sido educada como cristã ortodoxa, casou-se com um sudanês, também ele cristão, desafiando assim a sharia, a lei islâmica em vigor. Por causa disto foi acusada de adultério e condenada a receber 100 chicotadas. O Tribunal de Cartum, onde decorreu o julgamento, acrescentou a este processo a acusação de apostasia – renúncia/abandono da crença religiosa – punida com a pena capital, segundo a lei islâmica. Foram dados 3 dias a Meriam para ela reconsiderar e renunciar à sua religião e, como ela não o fez, será morta por enforcamento.

 

A Amnistia Internacional considera Meriam uma prisioneira de consciência. A criminalização das escolhas desta mulher é incompatível com os direitos de liberdade religiosa, de expressão, de pensamento e de consciência. A Amnistia Internacional recusa em absoluto, e sem exceções, a pena de morte, por ser o castigo mais cruel, desumano, degradante a que uma pessoa pode ser sujeita, e uma clara violação do direito à vida.

 

Contamos consigo para que, juntos, possamos pressionar as autoridades do Sudão para que libertem imediatamente Meriam Yehya Ibrahim, que alterem o seu Código Penal, e que procedam à abolição da pena de morte.

 

Temos de exigir a libertação de #Meriam, já, pronta e incondicional! Assinem e partilhem a petição da Amnistia Internacional.



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