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Cuba: Francisco elogiou família e fiéis cubanos
23 de Setembro de 2015

Francisco despede-se de Cuba agradecendo a coragem dos que permaneceram firmes, através da revolução da fé. Disse-o no local mais emblemático da alma cubana, no santuário secular da Virgem da Caridade, padroeira do país.

 

O Papa esclareceu ainda que quer uma Igreja na rua, comprometida com a vida desta gente, com a sua cultura, capaz de derrubar muros e semear reconciliação.

 

Num país onde a presença pública da Igreja nem sempre é fácil – desde 1959, em Cuba, nunca mais se construíram igrejas –, o Papa Francisco disse que a Igreja deve comprometer-se com a vida deste povo e acompanhá-lo nas situações mais difíceis e embaraçosas.

 

Após três dias intensos e calorosos (não só pelas altas temperaturas, mas pelo acolhimento dos cubanos), Francisco sublinhou a vocação deste país, como encruzilhada entre o norte o sul da América e, sem falar no embargo, pediu para o mundo se abrir a Cuba e Cuba ao mundo, citando as históricas palavras de João Paulo II proferidas aqui há 17 anos.

 

Significativas também as suas palavras finais de incentivo às famílias, verdadeiros espaços de liberdade e escolas de humanidade. Porque a família é o que salva as pessoas de ficarem isoladas e fáceis de manipular e de governar, sublinhou.



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