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Brasil: Refugiados nos Jogos Olímpicos Rio 2016
7 de Junho de 2016

Na abertura dos Jogos Olímpicos do Rio, dez atletas refugiados vão atuar como sinal de esperança para os refugiados no mundo inteiro – e chamar a atenção global para a magnitude da crise de refugiados.

 

Eles vão competir na «Equipa Olímpica de Refugiados» (ROT, na sigla em inglês) – a primeira da história dos Jogos Olímpicos – e vão marchar com a bandeira Olímpica antes da delegação brasileira na Cerimônia de Abertura, no Maracanã.

 

O maratonista olímpico e recordista mundial Tegla Loroupe, do Quénia, será o coordenador da equipa. Isabela Mazão, do escritório das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), será a coordenadora adjunta da equipe.

 

Segue a lista dos atletas:

Rami Anis – Origem: Síria - Desporto: Natação - País anfitrião: Bélgica

Yiech Pur Biel – Origem: Sudão do Sul - Desporto: Atletismo - País anfitrião: Quénia

James Nyang Chiengjiek – Origem: Sudão do Sul - Desporto: Atletismo - País anfitrião: Quénia

Yonas Kinde – Origem: Etiópia - Desporto: Atletismo - País anfitrião: Luxemburgo

Anjelina Nada Lohalith – Origem: Sudão do Sul - Desporto: Atletismo - País anfitrião: Quénia.

Rose Nathike Lokonyen – Origem: Sudão do Sul - Desporto: Atletismo - País anfitrião: Quénia.

Paulo Amotun Lokoro – Origem: Sudão do Sul - Desporto: Atletismo - País anfitrião: Quénia

Popole Misenga – Origem: Congo - Desporto: Judo - País anfitrião: Brasil

Yolande Bukasa Mabika – Origem: Congo - Desporto: Judo. País anfitrião: Brasil

Yusra Mardini – Origem: Síria - Desporto: Natação. País anfitrião: Alemanha

 

“Estes refugiados não têm casa, não têm bandeira, não têm hino nacional. Ofereceremos a eles uma casa na Vila Olímpica junto com os atletas do mundo inteiro. O hino Olímpico será executado em honra deles e a bandeira Olímpica os guiará ao Estádio Olímpico. Isso será um símbolo de esperança para todos os refugiados, e vai conscientizar o mundo sobre a magnitude desta crise. É também sinal para a Comunidade internacional que os refugiados são nossos irmãos e são uma riqueza para a sociedade. Estes atletas refugiados mostrarão ao mundo que, apesar das inimagináveis tragédias que enfrentaram, podem contribuir para a sociedade com seus talentos, habilidades e fortalecer o espírito humano”, declarou Thomas Bach, Presidente do Comité Olímpico Internacional.



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