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Guiné-Bissau: Catarina Furtado fala de experiência “comovente”
28 de Junho de 2016

A embaixadora de Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a População (Unfpa), Catarina Furtado, está em visita de uma semana à Guiné-Bissau. Atriz apoia o projeto "Dar vida sem Morrer" e participou na entrega de donativos ao hospital da região.

 

País reduziu as mortes de mulheres e de crianças.

 

Em conversa com os jornalistas, Catarina Furtado mencionou os índices da mortalidade materna e infantil nas regiões de Bafatá, Gabu e Oio, zonas de intervenção do Projeto "Dar Vida sem Morrer".

 

O projeto conjunto do Instituto Camões, Sociedade Civil de Portugal e do Unfpa foi lançado há seis anos e visava entre outras metas diminuir a mortalidade materna e infantil. Para a também apresentadora de televisão portuguesa os objetivos foram alcançados.

 

"Fico muito contente porque a gestão com o ministério da saúde juntamente com a gestão, o supervisionamento, o acompanhamento do Unfpa dão dados muito concretos de que as coisas estão a correr bem, as dificuldades são sempre imensas, a realidade é difícil, mas de fato há melhores condições nestas três zonas", declarou.

 

O Hospital Regional de Bafatá dispõe, há três anos, de um bloco operatório construído no âmbito do referido projeto que tem permitido a realização de cesarianas bem-sucedidas, salvando vidas de muitas mulheres e crianças. Para Catarina Furtado é comovente ver o bloco a funcionar.

 

Ela reconhece a existência de dificuldades a superar, mas acredita em dias melhores e exorta o pessoal médico e as enfermeiras a não baixarem os braços. O lançamento da primeira pedra para a construção do Bloco Operatório aconteceu em 2011, segundo Furtado.

 

"Pude constatar, espreitando o bloco operatório, espero hoje assistir a um parto. A emoção é muito grande ver que está a funcionar e os técnicos de saúde fazem melhor que podem e é isso que espero que continuem sempre a fazer porque eu estarei lá longe mas perto o coração com vocês".



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